No domingo, 25 de Março de 2012, concedi uma entrevista para o jornal O ESTADO DE SÃO PAULO para dar a minha visão de gerente de e-commerce sobre as oportunidades que o comércio eletrônico brasileiro oferece nas mais diferentes áreas, desde o marketing digital e arquitetura de informação até as áreas de logística, tecnologia e atendimento.

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O gerente de e-commerce da Connect Parts, Luiz Dias, de 32 anos, afirma que também sofre para encontrar profissionais qualificados, principalmente para cargos gerenciais. “Quem está a procura de uma oportunidade de trabalho deve olhar com certo carinho para a área de e-commerce, que vem abrindo campo para várias carreiras e, cada vez mais, vai precisar de mão de obra qualificada. Até mesmo quem está atualmente no varejo físico tem boas chances de se firmar na carreira virtual. Precisamos dessa vivência para aperfeiçoar nossa atuação”, diz.
Na opinião de Dias, no entanto, não adianta fazer um curso de apenas três meses e achar que é especialista e pleitear uma vaga para um cargo de gerência, por exemplo. “É preciso estudar bastante. Ler literatura específica, acompanhar palestras de grandes especialistas, fazer vários cursos, como especialização, MBA etc., para realmente adquirir conhecimento sobre o negócio.” Ele acrescenta que vale a pena aceitar uma vaga para ganhar menos para ingressar no mercado. “Por conta da escassez, a ascensão é muito rápida.”

“O gerente de e-commerce da Connect Parts, Luiz Dias, de 32 anos, afirma que também sofre para encontrar profissionais qualificados, principalmente para cargos gerenciais. “Quem está a procura de uma oportunidade de trabalho deve olhar com certo carinho para a área de e-commerce, que vem abrindo campo para várias carreiras e, cada vez mais, vai precisar de mão de obra qualificada. Até mesmo quem está atualmente no varejo físico tem boas chances de se firmar na carreira virtual. Precisamos dessa vivência para aperfeiçoar nossa atuação”, diz.

Na opinião de Dias, no entanto, não adianta fazer um curso de apenas três meses e achar que é especialista e pleitear uma vaga para um cargo de gerência, por exemplo. “É preciso estudar bastante. Ler literatura específica, acompanhar palestras de grandes especialistas, fazer vários cursos, como especialização, MBA etc., para realmente adquirir conhecimento sobre o negócio.” Ele acrescenta que vale a pena aceitar uma vaga para ganhar menos para ingressar no mercado. “Por conta da escassez, a ascensão é muito rápida.”

Também participam da matéria os excelentes Thiago Araújo Andreo, Webdesigner da agência CVS, bem como o diretor das empresas que atuam nos setor Gotcha/Audaz e MacplanPromove, Felipe Morais.

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Quem acompanha meu trabalho como Gerente de E-Commerce, sabe o quanto aposto nas estratégias focadas em e-mail marketing. O motivo é muito simples. Com planejamento, estratégia e muito trabalho, já colaborei com o crescimento participação, partindo de 8% e em pouco tempo atingindo 26% do total faturado da loja virtual. Um dado que por si já justifica toda a atenção e o cuidado que eu disponho.

Recentemente prestei uma consultoria para o e-commerce Chegou Bebê (www.chegoubebe.com.br), especializada em produtos para bebês, como carrinho de bebê , cadeira para auto, entre outros produtos. O objetivo do trabalho era potencializar o tamanho da base opt-in do site e qualificá-la. O resultado foi muito positivo e este trabalho eu gostaria de compartilhar.

Usei boa parte das estratégias que eu já havia comentado neste post. Foi oferecido um benefício objetivo (10% de desconto na primeira compra do cliente) após o cadastro. Ou seja, tão logo a pessoa se cadastra no site ela recebe um e-mail de boas-vindas com um cupom de 10% de desconto para a sua primeira compra. Como para receber o desconto não era necessário fazer a compra de imediato, eram atingidos também os clientes que tinham intenção de compra futura, mas não queriam perder a oportunidade de receber os 10%, trazendo a sempre eficiente sensação de urgência à ação.

De acordo com um estudo realizado pelos e-commerces norte americanos, as lojas virtuais com maior conversão em todo o mundo, apresentam seu principal benefício de modo consistente durante toda a navegação. Assim, a comunicação da ação se deu com uma chamada fixa em todo o site, desde a HOME até as páginas de categoria, produto e login, reforçando a iniciativa em todos os passos do processo.

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O resultado foi excelente! O resultado objetivo atesta que após um mês, o indicador de novos cadastros (em relação ao total de visitantes únicos) aumentou 90% em relação ao mês anterior. Quanto aos resultados subjetivos, destaco a evidente fidelização da base resultante da atividade.

Destaco ainda que, ao pedirmos no momento do cadastro que o cliente adicione o e-mail novidades@chegoubebe.com.br à lista de contatos, diminuímos consideravelmente a chance de que os futuros e-mails sejam reportados como spam, garantindo uma excelente taxa de abertura.

A ação obteve ainda benefícios complementares, tais como o aumento da taxa de conversão em 8% e o aumento to tícket médio em torno de 30%. Com o benefício, os novos clientes não só apresentaram uma taxa de conversão maior, como aumentaram o valor das suas compras.

Honestamente, não sei o que você está esperando para colocar a mão na massa.

Em Setembro/Outubro de 2011, a REVISTA WIDE em sua edição de número 86, publicou o PANORAMA ATUAL DO MERCADO DE LOJAS VIRTUAIS e mais uma vez tive o prazer de participar da matéria, ladeado por grandes nomes como GERSON ROLIM (consultor da Câmara E-Net), DAILTON FELIPINI (e-commerce.org.com.br), RUBENS BRANCHINI MARTINS (Diretor Comercial da Eletrônica Santana), RODRIGO BANDEIRA SANTOS (Gerente de Marketing da Mania Virtual), LISMENI ÁVILA (Diretora de Operações da Drogaria Onofre), EDUARDO BOTINO (CEO da Cia dos Livros) e PEDRO LUIZ DE CARVALHO (Diretor da Arena DVD).

Segue baixo, o link para download do PDF da matéria completa.

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DOWNLOAD COMPLETO

O e-mail marketing é um canal de vendas singular e tem um ROI altíssimo pela simples razão de ser baseado em permissão. Por isso, o claro e manifesto desejo de receber a comunicação da sua loja virtual por e-mail deve ser preservado, fugindo da tentação de adquirir base. Contudo, a construção de uma grande base opt-in não é fácil. Requer tempo, dedicação e estratégia. Seguem então 5 dicas de como aumentar sua base opt-in.

1. DESTAQUE O LOCAL DA CAPTAÇÃO
Muitos varejistas online colocam o box de captação de e-mail nos rodapés das suas páginas. Se sabemos que conquistar o e-mail é ouro para um player de comércio eletrônico, o box de inscrição deve constar pelo menos uma vez antes do primeiro pagedown da sua página. Ele deve ser extremamente fácil de encontrar. Além disso, trabalhe com redundância e permita que seus clientes se inscrevam em diversas páginas do nosso site, sobretudo as mais visitadas.

2. DESTAQUE OS BENEFÍCIOS

Seja persuasivo! Dê a seu cliente boas razões para ele fornecer seu e-mail. Diga a ele que se inscrevendo a partir dali, ele receberá um desconto ou frete grátis na primeira compra, receberá promoções exclusivas ou informações antes de qualquer outro. Tratar seu cliente como VIP é uma estratégia inteligente e dá a ele um motivo não só para se inscrever, como também para manter-se recebendo e sobretudo clicando em seu e-mail marketing ao longo do tempo.

Exemplos:

Veja abaixo como as lojas WOMAN WITHIN e BLAIR.com captam seus e-mails logo no topo e destacam seus benefícios.
Para quem ainda não sabe, ambas as lojas são TOP 10 mundial em conversão em suas lojas virtuais, obtendo 22,4% e 20,5% neste indicador respectivamente, enquanto a média brasileira é de 1,5% a 2%.

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Destaco também uma loja brasileira que trabalha muito bem a estratégia de captar o email antes da primeira rolagem em sua página, sempre destacando um benefício.

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Como nem tudo são flores, temos a seguir uma loja que deixa a captação praticamente no rodapé de sua loja, sem destaque algum.

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3. EVITE CADASTROS LONGOS
Ao planejar o formulário de cadastro, capte apenas informações imprescindíveis. Evite a distração, porque os e-consumidores são impacientes e certamente vão abandonar um processo longo. Em alguns casos, algumas informações são realmente muito importantes para a sua estratégia, como a segmentação de cadastros por exemplo. Deste modo, uma boa estratégia criar um processo de duas etapas. A primeira etapa, onde captamos as informações imprescindíveis e uma etapa avançada, quando os clientes são convidados a preencher informações adicionais.

4. PROMOVA PROMOÇÕES E CONCURSOS CULTURAIS
Faça de tempos em tempos promoções e concursos para aumentar sua base. Aqui vale a criatividade da equipe de marketing. Apenas não esqueça do objetivo: captar e-mail opt-in. Crie a campanha, seja criativo, mas não se esqueça do Call do Action da Ação. Destaque de maneira sutil a ação que você espera do cliente que é fornecer o e-mail. Não deixe com que essa informação se perca no meio do conteúdo.

5. USE UM E-MAIL DE BOAS VINDAS
Seja humano. Mostre ao seu cliente que a sua loja virtual não é gerenciada por máquinas e sim por pessoas. Não envie um email frio, com layout de mensagem automática. Surpreenda seu cliente! Encante-o! Trate este e-mail como uma oportunidade de apresentar a ele os benefícios de comprar na sua loja e o quanto você se interessa por ele. Um e-mail de boas-vindas bem planejado e executado tem uma taixa de abertura e clique muito alta. Apresente conteúdo e ofertas realmente atraentes. Agrade-o com um benefício realmente decisivo que o faça realizar a primeira compra. O ideal é que o email seja enviado imediatamente após o cadastro.

Todo gerente de e-commerce já se perguntou sobre a utilidade ou não do botão CURTIR do FACEBOOK para a sua loja virtual. Será que ele é capaz de segmentar o tráfego? Porque seus clientes clicariam? Os usuários do Facebook gostariam desse tipo de recomendação? A 8th Bridge, uma das maiores empresas do mundo na área de Social Commerce realizou uma pesquisa sobre esse tipo de estratégia e encontrou números muito interessantes.

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Sabemos que a recomendação espontânea é uma forte ferramenta de persuasão no varejo online. O botão CURTIR é uma maneira prática de recomendar um produto sem precisar escrever uma revisão. Além disso, é social, uma vez que a recomendação é compartilhada com amigos e não com estranhos.

Há muito tempo falamos sobre quão importante é uma ação de pós-venda, convidando seu cliente a relatar sua experiência de compra ou recomendar um produto. Quantas ações de member-get-member desenvolvemos ao longo do tempo? Baseado nas informações acima, porque não adicionar o botão CURTIR em seu E-Mail Marketing se há uma boa chance do seu cliente ser um usuário do Facebook e, com isso, obter alguma ação positiva daqueles que jamais fariam um esforço para fazer uma revisão completa do seu produto?

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Segundo a pesquisa, pelo menos 1 de cada 3 visitantes estariam mais propensos a comprar um produto se ele possuir um alto número de CURTIR. Isso já é mais que suficiente para o gerente de e-commerce começar a avaliar esse tipo de estratégia. Sabemos que a recomendação social é influente e não apenas no Facebook. Não significa que devemos abandonar as demais estratégias sociais em nosso e-commerce. Apenas reforça a importância das revisões e depoimentos que continuam trabalhando na construção da credibilidade das nossas lojas.

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Cerca de 25% dos usuários de Facebook já compartilharam algum produto em sua timeline. Os clientes que viralizam produtos podem não ser maioria, mas são embaixadores engajados de cada produto. Pensando dessa maneira, esses clientes são fundamentais em uma decisão não presencial de compra. Já imaginou o percentual dos seus clientes que tem conta no Facebook e se 25% deles clicarem em CURTIR em um de seus produtos, compartilhando-os com os amigos? Além disso, quase 20% procuraram recomendações de produtos no Facebook, dos quais 16% afirmam ter decidido comprar baseados em uma dessas recomendações. Um número expressivo, não? Além do que, o compartilhamento social pode ajudar e muito para a otimização das suas páginas para os mecanismos de busca.

Segue aqui o link para conferir a pesquisa completa realizada pela 8th Brige.

Todo gerente de e-commerce tem um ponto sensível: A porcentagem de clientes que em algum passo do checkout abandona o carrinho. Um número que está estimado entre impressionantes 60% e 70%.

Obviamente existe um sem número de razões pelas quais um cliente pode abandonar o carrinho. Um dos principais pontos está relacionado a uma reação inesperada do cliente frente ao custo do frete, normalmente informado depois de adicionado o produto ao carrinho. Também são fatores relacionados ao abandono o preenchimento prévio de um cadastro longo ou algum receio no tocante a segurança. Não são os únicos, mas são 3 dos principais fatores.

Estudos do reconhecido instituto de pesquisas americano Forrester Research, apontam que cerca de 24% dos compradores online fecham o navegador com a firme intenção de voltar mais tarde para comprar.
Existem também questões de ordem tecnológica. Um processamento de cartão de credito inadequado, páginas que demoram em carregar são fatores de evasão recorrentes quando falamos de tecnologia para o varejo online.

De acordo com Rodrigo Almeida, Diretor Comercial da Dinamize, o e-mail markerting também é relevante numa etapa posterior à sensibilização do consumidor para a compra. As ações de e-mail em questão são mais simples de serem realizadas quando a ferramenta de envio de e-mail está integrada com a plataforma de e-commerce da loja, gerando os envios de forma automática a partir de critérios pré-definidos (ex: carrinho abandonado por um período de X tempo sem efetivação de compra).

O gerente de e-commerce não deve deixar de considerar problemas com usabilidade, como por exemplo, quando o “call to action” não está devidamente destacado, orientando de maneira clara os passos que desejamos que o cliente siga. Também é uma falha crucial a falta de capacidade de comunicar os benefícios e diferenciais do produto e de realizar a compra naquele momento.

E-MAIL PARA RECUPERAÇÃO DE CARRINHO
Nem todas as questões levantadas acima podem ser atenuadas por esforços de redesign, usabilidade e teste AB. Muitos gerentes de e-commerce mundo afora obtiveram sucesso com estratégias de enviar e-mails com abordagem especifica para clientes que abandonaram o carrinho de compras.

Esses e-mails podem chegar a ter mais de 50% de taxa de abertura sendo que a conversão é muito alta, considerando que são relevantes e oportunos, uma vez que o cliente manifestamente se interessa pelo produto. No entanto, esta estratégia só é possível de realizar, quando capturamos o email na primeira etapa do checkout.

QUAL O MOMENTO CERTO?
O momento que você envia o email de recuperação é tão importante quanto a abordagem. De acordo com a recomendação de uma das mais importantes empresas internacionais de envio de e-mail marketing, que estudou os hábitos de disparo das maiores lojas virtuais do mundo todo, apenas 8% enviam email para recuperação de carrinho abandonado.

Desse montante, menos de 10% de envios foram realizados na primeira hora imediatamente após o abandono. 17% foram enviados entre 1 hora e um dia. 33% entre 1 e 3 dias e 40% após 3 dias.

As boas práticas do mercado internacional sugerem que as melhores conversões e receitas estão relacionadas com os envios de email de 3 dias após o abandono. Todavia, nada garante que esta é a estratégia ideal para cada gerente de e-commerce. Se trabalhar com internet tem uma vantagem, é a capacidade que temos de testar e medir. Sendo assim, o teste é a melhor maneira de saber como o disparo funcionará para o seu business.

Segue abaixo um exemplo:

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■ CONSTRUINDO A SUA ESTRATÉGIA DE DISPARO DE E-MAILS
Implantar diferentes estratégias para diferentes segmentos
O cliente pode ainda estar pesquisando produtos ou simplesmente ter a intenção de comprar mais tarde. Nestas situações a mensagem terá pouco impacto. Por outro lado, ignorar esses clientes ou deixá-los esperando muito tempo pode fazê-lo esquecer dos ítens deixados no carrinho ou permitir que ele prefira comprar no concorrente. A estratégia ideal é fazer o envio de e-mails de recuperação com freqüência e abordagem diferentes para as diversas situações de abandono.

Identificar onde ocorreu o abandono
Quão mais avançado o cliente estiver no funil, maior é a presunção de intenção de compra. Caso o abandono ocorra depois da inserção de informações de dados de cartão de crédito, pode ter ocorrido algum problema de ordem técnica, como alguma falha em um formulário, preenchimento equivocado dos dados ou falha no carregamento da página. Neste caso, a recomendação é para que seja enviado ao cliente um serviço de ajuda orientada, que pode se dar através do telefone ou email, deixando claro que ele terá uma resposta em alguns minutos ou horas, desde que, você esteja realmente preparado para isso.

Certamente o tema não se esgota neste artigo, que tem a intenção de trazer apenas um pouco de luz sobre um tema tão importante quanto negligenciado. Por vezes, temos um alto investimento de marketing para trazer novos clientes à nossa loja, sem nos darmos conta que estamos perdendo os que já manifestaram expressa e claramente seu interesse por nossos produtos.

Se formos capazes de desenvolver uma estratégia sólida e planejada para recuperarmos grande parte dessa perda, estaremos contribuindo para inúmeros indicadores objetivos e subjetivos da nossa loja virtual.

Não é novidade para nenhum gerente de e-commerce que uma parcela considerável de seus clientes vai abandonar o carrinho de compras. Isso pode significar que o cliente não está pronto para comprar de imediato. Talvez ele queira pensar mais um pouco, pesquisar outros preços e modelos ou conversar com outras pessoas. São esses clientes que você tem que conquistar criando a sensação de urgência e neste artigo, compartilho com vocês algumas idéias a respeito.

No primeiro exemplo, ao final do carrinho é mostrada uma chamada: “VOCÊ ESTÁ ECONOMIZANDO R$ 593,00 NESTA COMPRA. Compre agora antes que estas promoções acabem!”
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Outra possibilidade é acrescentar tags com a sensação de urgência produto a produto como no exemplo abaixo:
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Isso faz com o que o cliente pense o quanto ele realmente quer o produto, que pode não estar mais disponível amanhã, ao menos nestas condições.

Trata-se de uma estratégia simples, extremamente fácil de ser aplicada, mas que certamente vai incrementar a conversão da sua loja virtual.

Concedi recentemente uma entrevista para o Tiago Bosco, da revista WIDE, sobre MARKETING PARA E-COMMERCE.

A matéria contou além da minha contribuição, com profissionais de grande envergadura no mercado como Rodrigo Maruxo, Maurício Salvador, Rui Cunha Bueno, Sandra Turchi e Renata Gaspar.

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Entrevistas | 1 Comentário | novembro 12th, 2010

Luiz Dias autor do website GERENTE DE E-COMMERCE |  www.GerenteDeEcommerce.com.br concedeu uma entrevista cujo tema foi O PROFISSIONAL DE E-COMMERCE para alunos do curso de Marketing e Comunicação Profissional na UNIVERSIDADE BRAZ CUBAS – Mogi Das Cruzes/SP.

UNIV. BRAZ CUBAS: Qual foi a necessidade que você viu no mercado quando começou a escrever a respeito do e-commerce e assim tornando-se um gerente de e-commerce?
Luiz Dias: Costumo dizer que não escolhi trabalhar com e-commerce e sim, o e-commerce me escolheu. Diretor de criação por formação, fui contratado como tal para assumir essa posição na loja virtual Gimba.com em 2006, onde tive a oportunidade de através do Design, Arquitetura da Informação e Usabilidade apresentar resultados tangíveis quando falamos de varejo: o lucro. Rapidamente me apaixonei pelo varejo online e tive a felicidade de ao ser incentivado pelos meus gerentes e já em 2007 assumir outras responsabilidades, construindo uma visão mais abrangente do que o comércio eletrônico apresenta e representa no mercado. Quando o Gimba.com lançou sua nova loja virtual em 2008, projeto que tive o privilégio de liderar, foram apresentadas novas ferramentas que aproximavam o cliente da compra, bem como conceitos inovadores para à época. Assim, fui convidado para escrever sobre esses cases em revistas digitais da envergadura do Webinsider e iMasters e também no mesmo período fui palestrante do IQPC E-Commerce Marketing em São Paulo/SP, ao lado de outros grandes cases online tais como Sacks, Marisa, Mercado Livre, Webmotors, entre outros. Tendo contato com profissionais de mercado de tanto renome, aprendi muito, o que me incentivou a estudar ainda mais, seja em doutrina escrita, virtual, cursos ou treinamentos. Ao ter contato com profissionais de marketing tradicional ou que nunca tiveram contato com lojas virtuais, percebi que o conteúdo que eu estava construído merecia ser compartilhado. Sem nenhuma intenção ou pretensão de doutrinar e sim compartilhar conhecimento. Uma forma de retribuir o tanto que aprendi.

UNIV. BRAZ CUBAS: Você acha que os responsáveis pela área de Marketing de pequenas e grandes empresas vêem dificuldades em usar o marketing digital?
Luiz Dias: Tenho certeza que sim. Não se trata meramente de conhecer os conceitos e as práticas do marketing tradicional e aplicar no meio digital. É um canal completamente diferente e deve ser tratado como tal. Não é um canal melhor ou pior. Apenas deve ser estudado e aplicado de acordo com suas métricas, peculiaridades e ter os seus próprios indicadores a serem perseguidos. O grande desafio hoje, é levar conhecimento, para gerar convencimento aos grandes executivos das grandes corporações. É importante fazê-los entender que a internet e as redes sociais não são uma moda passageira. E caso sejam, o comportamento do consumidor mudou e isso sim é definitivo. A tendência de colaboração dos consumidores com as marcas e entre si, bem como a geração de conteúdo a partir dos clientes só tende a aumentar.

UNIV. BRAZ CUBAS: Em relação a venda de artigos esportivos, qual a sua visão a respeito do crescimento por esse segmento?
Luiz Dias: A economia do país está aquecida e vem crescendo cerca de 7% ao ano. O e-commerce vem apresentando um incremento percentual na casa 30% no último ano. O marketing esportivo brasileiro está cada vez mais profissionalizado, como já notamos nos principais clubes de futebol e essa tendência tende a transbordar gradualmente para outros esportes. Teremos no país uma Copa do Mundo e uma Olimpíada nos próximos 5 anos. Só há espaço para otimismo para o consumo de artigos esportivos no país através das lojas virtuais.

UNIV. BRAZ CUBAS: Quais os benefícios que as Mídias Sociais oferecem para as empresas? Que rede social você considera a mais importante atualmente para se utilizar como divulgação do comércio eletrônico?
Luiz Dias: Como já foi dito, as Mídias Sociais em um sentido amplo, dão ao consumidor mais do que opção. Hoje, 25% do conteúdo das grandes marcas que estão indexados na internet são gerados pelos próprios consumidores. Desta forma, as Mídias Sociais são fatores indispensáveis para quem quer realizar uma boa negociação. Atualmente é inimaginável comprar um carro, um instrumento musical, um apartamento ou fazer uma viagem e alguma parte do processo de decisão não passar pela internet e pelas Mídias Sociais. Desta forma, o que os consumidores encontrarem à respeito das marcas, produtos e serviços na internet, tem caráter fundamental.

De todo modo, seria um erro dizer que uma rede social que é mais importante em detrimento de outra. O que vejo algumas empresas fazendo é dar o nome de imersão em Mídias Sociais, meramente criando um perfil no Twitter, no Orkut, no Facebook. É preciso fazer mais do que isso. O mínimo que precisa ser feito é dar um sentido de utilidade, de aproximação e de humanização da empresa com o seu consumidor. O nome da Rede Social, pouco importa. O que importa é a forma como as empresas a disponibilizam e a relação que os seus clientes têm com ela e como essa ação pode gerar lucro, qualidade de atendimento e satisfação subjetiva.

UNIV. BRAZ CUBAS:  Atualmente as empresas estão se mostrando maduras diante do mercado quando se refere ao e-commerce?
Luiz Dias: Algumas sim. Temos grandes players como Americanas, Submarino, Netshoes, Magazine Luiza, Livraria Saraiva, Wallmart, Extra, Ponto Frio, Carrefour entre outros tantos fazendo um trabalho notável. Contudo, alguns grandes e médios varejistas do mundo físico já estão se estruturando para entrar com força máxima com suas lojas virtuais e a sempre interessante possibilidade de surgir um novo varejo que opere apenas na internet. Os varejistas de menor porte também entenderam que a internet pode torná-los competitivos. Sendo assim por mais que ao longo desses cerca de 10 anos de E-Commerce no Brasil já haja uma estrutura de razoável para boa, o espaço para o crescimento dos players atuais e os que estão por vir ainda é muito grande. Há um dado que atesta que 15 milhões de pessoas já realizaram ao menos uma compra online no Brasil. 17 milhões de pessoas que nunca compraram em uma loja virtual, já fizeram pelo menos uma operação bancária através do seu Internet Banking. Um número que por si só já redefine o mercado. Aposto que há espaço para todos que fazem um trabalho sério e competente.

UNIV. BRAZ CUBAS:  Qual o primeiro passo para que minha marca se torne conhecida no mundo da internet?
Luiz Dias: Ter presença online. Quem não é visto, não é encontrado. Quem não é encontrado, não é clicado. Quem não é clicado, não é comprado. Seria leviano dar uma receita de bolo, porque cada business tem sua particularidade. Mas em linhas gerais e para não ficar sem dar uma resposta, uma presença consistente nos principais mecanismos de busca bem como nos principais comparadores de preço, somado a uma base opt-in, de preferência segmentada para envios de um e-Mail Marketing relevante, é um excelente início.

UNIV. BRAZ CUBAS:  Na visão de gerente de e-commerce qual a importância do e-mail Marketing para as empresas do comércio eletrônico?
Luiz Dias: Eu diria que é imprescindível. Ações de e-Mail Marketing que sejam de fato relevantes, que sejam persuasivas, enviadas por uma ferramenta de disparo profissional, respeitando as regras de boas práticas, com uma base ativa e opt-in, uma recorrência assistida e inteligente, tende atingir a participação entre 15% e 25% da receita total de uma loja virtual.

UNIV. BRAZ CUBAS:  Todas as entrevistas acabam com a mesma pergunta. Para quem está começando a trabalhar com e-commerce, qual o recado que você deixa?
Luiz Dias: Hoje para quem quer trabalhar com algo tão desafiante quanto prazeroso, o e-commerce se apresenta como uma opção incrível. Não há espaço para carência e acomodação, e sim, compromisso com o resultado e estar sempre estudando todas as tendências. O que é verdade hoje, não necessariamente será verdade amanhã. Com muito estudo e fundamentalmente trabalho, dedicação e experiência, há muito espaço para crescimento e desenvolvimento profissional no comércio eletrônico. As oportunidades sempre surgem para quem estuda e se dedica com foco, persistência e, claro, transformando todos esses predicados em número para apresentar às empresas.

1) Qual foi a necessidade que você viu no mercado quando começou a escrever a respeito do e-commerce e assim tornando-se um gerente de e-commerce?
Costumo dizer que não escolhi trabalhar com e-commerce e sim, o e-commerce me escolheu. Diretor de criação por formação, fui contratado como tal para assumir essa posição na loja virtual Gimba.com em 2006, onde tive a oportunidade de através do Design, Arquitetura da Informação e Usabilidade apresentar resultados tangíveis quando falamos de varejo, o lucro. Rapidamente me apaixonei pelo varejo online e tive a felicidade de ao ser incentivado pelos meus gerentes, e já em 2007 assumir outras responsabilidades, construindo uma visão mais abrangente do que o comércio eletrônico apresenta e representa no mercado. Quando o Gimba.com lançou sua nova loja virtual em 2008, projeto que tive o privilégio de liderar, foram apresentadas novas ferramentas que aproximavam o cliente da compra, bem como conceitos inovadores para à época. Assim, fui convidado para escrever sobre esses cases em revistas digitais da envergadura do Webinsider e iMasters e também no mesmo período fui palestrante do IQPC E-Commerce Marketing em São Paulo/SP, ao lado de outros grandes cases online tais como Sacks, Marisa, Mercado Livre, Webmotors, entre outros. Tendo contato com profissionais de mercado de tanto renome, aprendi muito, o que me incentivou a estudar ainda mais, seja em doutrina escrita, virtual, cursos ou treinamentos. Ao ter contato com profissionais de marketing tradicional ou que nunca tiveram contato com lojas virtuais, percebi que o conteúdo que eu estava construído merecia ser compartilhado. Sem nenhuma intenção ou pretensão de doutrinar e sim compartilhar conhecimento. Uma forma de retribuir o tanto que aprendi.
2) Você acha que os responsáveis pela área de Marketing de pequenas e grandes empresas vêem dificuldades em usar o marketing digital?
Tenho certeza que sim. Não se trata meramente de aplicar os conceitos do marketing tradicional e aplicar no digital. É um canal completamente diferente e deve ser tratado como tal. Não é um canal melhor ou pior. Apenas deve ser estudado e aplicado de acordo com suas métricas, peculiaridades e ter os seus próprios indicadores a serem perseguidos. O grande desafio hoje, é levar conhecimento, para gerar convencimento aos grandes executivos das grandes corporações. É importante fazê-los entender que a internet e as redes sociais não são uma moda passageira. E caso sejam, o comportamento do consumidor mudou e isso sim é definitivo. A tendência de colaboração dos consumidores com as marcas e entre si, bem como a geração de conteúdo a partir dos clientes só tende a aumentar.
3) Em relação a venda de artigos esportivos, qual a sua visão a respeito do crescimento por esse segmento?
A economia do país está aquecida e vem crescendo cerca de 7% ao ano. O e-commerce vem apresentando um incremento percentual na casa 30% no último ano. O marketing esportivo brasileiro está cada vez mais profissionalizado, como já notamos nos principais clubes de futebol e essa tendência tende a transbordar gradualmente para outros esportes. Teremos no país uma Copa do Mundo e uma Olimpíada nos próximos 5 anos. Só há espaço para otimismo para o consumo de artigos esportivos no país através das lojas virtuais.
4) Quais os benefícios que as Mídias Sociais oferecem para as empresas? Que rede social você considera a mais importante atualmente para se utilizar como divulgação do comércio eletrônico?
Como já foi dito, as Mídias Sociais em um sentido amplo, dão ao consumidor mais do que opção. Hoje, 25% do conteúdo das grandes marcas que estão indexados na internet, são gerados pelos próprios consumidores. Desta forma, as Mídias Sociais são fatores indispensáveis para quem quer realizar uma boa negociação. Atualmente é inimaginável comprar um carro, um instrumento musical, um apartamento ou fazer uma viagem e alguma parte do processo de decisão não passar pela internet e pelas Mídias Sociais. Desta forma, o que os consumidores encontrarem à respeito das marcas, produtos e serviços na internet, tem caráter fundamental.
Seria um erro dizer que uma rede social que é mais importante em detrimento de outra por definição. O que vejo algumas empresas fazer é dar o nome de imersão em Mídias Sociais, meramente criando um perfil no Twitter, no Orkut, no Facebook. É preciso fazer mais do que isso. O mínimo que precisa ser feito é dar um sentido de utilidade, de aproximação e de humanização da empresa com o seu consumidor. O nome da Rede Social, pouco importa. O que importa é a forma como as empresas a disponibilizam e a relação que os seus clientes têm com ela e como essa ação pode gerar lucro, qualidade de atendimento e satisfação subjetiva.
5) Atualmente as empresas estão se mostrando maduras diante do mercado quando se refere ao e-commerce?
Algumas sim. Temos grandes players como Americanas, Submarino, Netshoes, Magazine Luiza, Livraria Saraiva, Wallmart, Extra, Ponto Frio, Carrefour entre outros tantos fazendo um trabalho notável. Contudo, alguns grandes e médios varejistas do mundo físico já estão se estruturando para entrar com força máxima com suas lojas virtuais e a sempre interessante possibilidade de surgir um novo varejo que opere apenas na internet. Os varejistas de menor porte também entenderam que a internet pode torná-los competitivos. Sendo assim por mais que ao longo desses cerca de 10 anos de E-Commerce no Brasil já haja uma estrutura de razoável para boa, o espaço para o crescimento dos players atuais e os que estão por vir ainda é muito grande. Há um dado que mostra 15 milhões de pessoas já realizaram ao menos uma compra online no Brasil. 17 milhões de pessoas que nunca compraram em uma loja virtual, já fizeram pelo menos uma operação bancária através do seu Internet Banking. Um número que por si só já redefine o mercado. Aposto que há espaço para todos que fazem um trabalho sério e competente.
6) Qual o primeiro passo para que minha marca se torne conhecida no mundo da internet?
Ter presença online. Quem não é visto, não é encontrado. Quem não é encontrado, não é clicado. Quem não é clicado, não é comprado. Seria leviano dar uma receita de bolo, porque cada business tem sua particularidade. Mas em linhas gerais e para não ficar sem dar uma resposta, uma presença consistente nos principais mecanismos de busca bem como nos principais comparadores de preço, somado a uma base opt-in, de preferência segmentada para envios de um e-Mail Marketing relevante, é um excelente início.
7) Na visão de gerente de e-commerce qual a importância do e-mail Marketing para as empresas do comércio eletrônico?
Eu diria que é imprescindível. Ações de e-Mail Marketing que sejam de fato relevantes, que sejam persuasivas, enviadas por uma ferramenta de disparo profissional, respeitando as regras de boas práticas, com uma base ativa e opt-in, uma recorrência assistida e inteligente, tende atingir a participação entre 15% e 25% da receita total de uma loja virtual.
8) Todas as entrevistas acabam com a mesma pergunta. Para quem está começando a trabalhar com e-commerce, qual o recado que você deixa?
Hoje para quem quer trabalhar com algo tão desafiante quanto prazeroso, o e-commerce se apresenta como uma opção incrível. Não há espaço para carência e acomodação, e sim, compromisso com o resultado e estar sempre estudando todas as tendências. O que é verdade hoje, não necessariamente será verdade amanhã. Com muito estudo e fundamentalmente trabalho, dedicação e experiência, há muito espaço para crescimento e desenvolvimento profissional no comércio eletrônico. As oportunidades sempre surgem para quem estuda e se dedica com foco, persistência e, claro, transformando todos esses predicados em número para apresentar às empres

Com a concorrência cada vez mais acirrada e o crescente aumento do número de anunciantes em Links Patrocinados, a nossa equipe vem testando algumas técnicas que demonstraram aumentar a efetividade nos anúncios de Links Patrocinados.

O QUE É?
Flood (termo em inglês que significa inundação) de Links Patrocinados é uma estratégia inovadora para garantir maior visibilidade na busca paga. A idéia é que seu anúncio apareça com maior freqüência para palavras que tem um índice de conversão maior; ou fazer com que seu anúncio apareça mais de uma vez para uma determinada keyword.

QUANDO UTILIZAR?
1 – Quando seu budget for baixo e você já tiver explorado todas as palavras long tail para o seu negócio.
2 – Quando você já explorou todo o tráfego para uma determinada região e seu budget é alto, por isso, você quer aparecer mais de uma vez (ou com maior frequência) para uma determinada keyword.
3 – Você é líder de mercado é quer fazer serp domination nos links patrocinados.

COMO FAZER?
Para aplicar a técnica é necessário primeiro que você tenha uma base estatística mínima para conhecer quais são as palavras que te dão mais conversão.

Quando decidir que está na hora de começar, você vai precisar é de mais de um domínio de destino. Caso não tenha disponibilidade para ter mais de um site, você pode fazer um “clone” do seu site principal usando o atributo frame em html.

Dica: Se optar por fazer um clone, bloqueie no robots.txt a leitura por parte dos buscadores. Afinal esse “clone” não será usado para SEO e portanto não precisa ser indexado.

Para “clonar” seu site, use:

<!DOCTYPE HTML PUBLIC “-//W3C//DTD XHTML 1.0 Transitional//EN” “http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-transitional.dtd”>

<html xmlns=”http://www.w3.org/1999/xhtml”>

<head>

<style type=”text/css”>

*{margin:0}

</style>

<meta http-equiv=”content-type” content=”text/html; charset=UTF-8″>

<meta name=”robots” content=”noindex,nofollow” />

<title>Coloque aqui seu título</title>

</head>

<frameset cols=”100%”>

<frame src=”Coloque aqui a URL do seu site”/>

</frameset>

</html>

Para bloquear o robots.txt use:

User-agent: *

Disallow: /

Também é necessário que você tenha mais de uma conta no Adwords (ou similar) para você poder fazer novos anúncios, já que não é permitido você veicular mais de um anúncio com o mesmo domínio.

Feito isso você terá mais uma conta no Adwords com um domínio diferente podendo assim usar uma landing page diferente para seus anúncios.

FAZENDO AS CONTAS
1 – Caso seu budget seja baixo, cabe a você calcular quanto está pagando em cada keyword e dividir sua campanha em 3 Grupos.

Grupo 1
Palavras que você paga pouco por conversão (geralmente as long tail)

Grupo 2
Palavras que você paga um valor justo por conversão

Grupo 3
Palavras que convertem, mas o custo da conversão é alto

Repare que estamos apenas preocupados com o custo da conversão e não com o custo do clique. Às vezes o custo do clique é alto, mas tem uma boa conversão.

Você deve agora montar novas campanhas com a sua nova conta no Adwords utilizando os grupos pré determinados; o grupo 1 da sua  primeira conta que você previamente selecionou será usado aqui em conjunto com o grupo 2 (que deve ser testado), o Grupo 3 não será utilizado no Flood.

Dica: Utilize a ferramenta Adwords Editor (ou similar em outros buscadores) para perder menos tempo na criação dessa nova conta.

Após essa pequena mão de obra, você deve colocar as duas contas para funcionar em conjunto, e monitorar o seus novos custos de conversão para as mesmas keywords trabalhadas na primeira conta.

Você irá notar que o custo da segunda conta é maior do que a primeira, esse fato ocorre porque seu anúncio, vez ou outra aparece mais de uma vez, e caso o usuário clique no seu anúncio novamente, verá que caiu na mesma página.

Agora cabe a você comparar o custo de conversão da primeira conta (Grupo 3), com o custo de conversão na sua nova conta (Grupo 1), você fatalmente notará que estará pagando menos por uma conversão. O Flood para o Grupo 2, pode ou não valer a pena dependendo do seu ramo de atuação e do seu budget.

Se seu orçamento for baixo, você poderá excluir o Grupo 3 da sua primeira conta, ficando com um custo/benefício de conversão melhorado, aumentando seu ROI.

2 – Se seu budget for alto ou você já está no limite da exploração do tráfego para uma determinada região, caba realizar o mesmo procedimento apresentado anteriormente, sem a exclusão de nenhum Grupo na primeira conta, dessa forma, você aparecerá com maior freqüência ou por mais de uma vez para uma determinada keyword.

3 – Se você for líder de mercado e quiser aparecer sempre, a qualquer custo, cabe multiplicar o número de contas pelo número que você achar conveniente. Nesse caso você terá que tomar muito cuidado, pois competirá consigo mesmo pelo valor do clique e estará inflacionando o valor de uma determinada keyword no mercado. Os resultados podem ser muito positivos em termos institucionais e fortalecimento da marca (tanto na pesquisa do Google, como na rede de display).


PARA SEU ANÚNCIO FICAR BEM POSICIONADO:

  • Utilize o texto usado no seu anúncio dentro do seu site, isso irá aumentar seu quality score, melhorando a taxa de cliques (CTR) e aumentando a probabilidade de você estar entre os primeiros
  • Faça landing pages exclusivas para cada anúncio
  • Procure utilizar o Título e Descrição igual ao da Keyword trabalhada (é interessante que se tenha vários grupos de anúncios), isso irá negritar seu anúncio chamando mais atenção ao usuário
  • Faça títulos atraentes para aguçar a curiosidade do usuário


RESULTADO:

gerente-de-ecommerce-links-patrocinados-flood

O exemplo acima mostra a aplicação da técnica de Flood onde a Real Imóveis ocupou as 3 posições para a palavra “imobiliarias em santos”, local onde a empresa é líder de mercado.

Francisco Lourenço Junior é diretor online da Real Consultoria Imobiliária.  Obteve título de GAP em março de 2010, e hoje volta sua pesquisa para a área de SEM, em especial voltada ao mercado imobiliário. Formado em Engenharia Civil, com duas pós-graduações voltadas ao ramo imobiliário, fazendo a ponte entre o online e o mundo empresarial.