Arquivo da categoria ‘Web Marketing’

Artigo originalmente escrito para a ÂMBITO FARMACÊUTICO, revista impressa dirigida aos farmacêuticos que atuam em farmácias e drogarias de todo o Brasil distribuída mensalmente para 20.000 farmácias.

Para trabalhar de maneira profissional na internet, é preciso entender de uma vez por todas que ela é uma rede de pessoas, e não uma rede de computadores. Relacionamento e relevância são os nomes do jogo, e é por isso que não basta contratar o sobrinho do vizinho que faz sites para fazer o seu, pelo simples capricho de digitar o nome da sua empresa no navegador e encontrá-lo, ou somente porque seu concorrente tem um.

Não faça um site, se você não sabe para que ele será útil. As pessoas não têm mais tempo de ficar navegando a esmo pelos links “quem-sou-eu-a-empresa-fotos-contato”. O site não é uma escultura para seus clientes ficarem admirando à distância. Ele precisa ser uma ferramenta de aproximação entre o seu core business e seu cliente. Para isso, você precisa definir seu indicador de conversão e trabalhar todo o seu ambiente online. Seja site, formulário de contato, e-mail marketing, redes sociais, para, a partir de então, atingir seus objetivos.

As conversões são específicas de cada negócio. Para uma loja virtual, a conversão será a venda. Para uma universidade particular, a conversão pode ser o preenchimento da inscrição do vestibular. Para uma escola de idiomas, a conversão talvez seja o preenchimento de um teste onde o eventual aluno saberá em que nível está para iniciar seus estudos. Para uma imobiliária, a conversão tende a ser o cliente conversar com um corretor online, e assim por diante.

E a sua conversão, qual é? Quando você tiver essa resposta, aí sim será o momento para criar seu site e através dele proporcionar uma experiência que aproximará o seu cliente do que você quer dele.

Se você fosse um grande varejista do mundo físico, você poderia alugar um espaço em um shopping center e o fluxo já estaria todo lá. Na internet é diferente. Você precisa gerar o fluxo para o seu site e, se você não tem uma marca de renome, tenha em mente que não será fácil. No entanto, a internet tem a capacidade de tornar os pequenos grandes, e atender nichos específicos de mercado desde que se trabalhem profissionalmente alguns itens.

Quantas vezes você entrou no Google essa semana? Seja para procurar dentista, um curso, trocar de carro, ver um apartamento, planejar uma viagem, pesquisar preço ou qualquer outra atividade que lhe interesse. E dos que você clicou, quantos estavam na primeira página de resultados e quantos estavam na décima página? Percebe a força competitiva que estar bem classificado em um importante mecanismo de busca traz para o seu negócio?

Existem duas formas de estar bem ranqueado no Google e similares. Pagando para estar nos Links Patrocinados, ou otimizando seu site para figurar na chamada Busca Orgânica. É bom frisar que não existem milagres e nunca é possível prometer os primeiros lugares, até porque algumas palavras e expressões são muito concorridas. Então sempre duvide dos milagrosos do marketing online. Também não existe melhor e pior. Existem estratégias para um e para outro que, na grande maioria das vezes, se completam.

Algumas dicas são valiosas na hora de decidir começar. Para se ter uma idéia da complexidade do tema, até o domínio deve ser pensado estrategicamente. Se você possui uma farmácia em Campinas/SP, seria muito mais interessante seu site se chamar www.farmaciaemcampinas.com.br ao invés de www.antoniofarma.com.br , por exemplo – a  menos que o nome da sua empresa, no caso hipotético Antônio Farma, tenha força suficiente que faça as pessoas digitarem ela nos mecanismos de busca. Fora isso, é muito mais provável que elas busquem pela expressão “Farmácias em Campinas” no Google e, se o seu site estiver otimizado considerando como palavra-chave “Farmácias em Campinas”, a chance de ele estar na primeira página é muito grande, e o grande volume de cliques será conseqüência natural. Essa é uma entre as outras tantas estratégias que serão abordadas de maneira detalhada em artigos futuros.

Quando citamos a internet gerando lucro para as empresas, muito se fala em vender pela internet. O E-Commerce é realmente uma unidade de negócio extremamente rentável e sustentável. A maior parte dos grandes players de varejo do Brasil já constatou que ter uma loja virtual com operação dedicada e profissional atinge resultados surpreendentes em um espaço muito curto de tempo, a ponto de ser o seu principal negócio. Contudo, não se trata de delegar ao marketing offline a missão de gerenciar o online. São estratégias completamente diferentes, em que não há pior e melhor, tampouco mais ou menos importante e, sim, uma atividade sinérgica, cuja excelência das duas ações se completam.

O ambiente online é totalmente dinâmico e castelos de areia de convicções são construídos e demolidos dia após dia, com uma velocidade avassaladora. O atual E-Commerce, já chamado de tradicional, pode ser complementado ou dar lugar a um sem-número de novas tendências de varejo online. Exemplo disso é o m-Commerce, ou Mobile Commerce, que é o varejo através do celular, ou alguém duvida que dentro em muito breve todos os grandes varejistas online também terão sua versão de loja virtual para aparelhos celulares? Basta imaginar o vertical avanço tecnológico dos aparelhos e respectivas conexões.

Partindo da premissa que o conteúdo relevante é o que atrai os e-consumidores em potencial, a tendência não será apenas vender produtos e sim vender conceito e  informação. Talvez em um futuro muito mais breve do que se imagina, um Pet Shop Online não exponha em seu E-Commerce apenas uma vitrine de produtos e sim um portal completo de notícias especializadas, ferramentas e interações para quem gosta de cuidar do seu bicho de estimação.

Para uma farmácia, o conceito não é diferente. Ao invés de um página que apresente meros produtos, um portal com dicas diárias de saúde e todos os assuntos relevantes ao público fará com que ele visite o site diariamente ou, por que não, de hora em hora? Sendo assim, os produtos expostos estarão “à mão”, quando o cliente precisar. Isso é fidelizar. Seu cliente terá contato com a sua marca diariamente, e não apenas quando desejar um produto específico e, mais que isso, se o trabalho for de qualidade, seu cliente será seu grande multiplicador, seu maior embaixador. Esse conceito nada mais é que o início do s-Commerce ou Social Commerce.

Essa foi uma breve noção de como você pode encontrar um diferencial competitivo na Internet e ao longo das próximas edições, novos assuntos sobre o Marketing Digital e E-Commerce serão abordados com mais detalhamento. As possibilidades são infinitas e, trabalhando com dedicação e profissionalismo, a internet potencializa a rentabilidade do seu negócio, desde que ele seja construído de maneira sólida, com conceitos muito bem definidos e profissionais capacitados.

E você? Está pronto para entrar no mundo online?

Mais do que saber o que é uma Landing Page, o Gerente de E-Commerce precisa saber passo-a-passo como desenvolvê-las e analisá-las estrategicamente. O artigo abaixo trás dicas preciosas que com toda certeza ajudarão a aproximar o cliente da conversão e sua loja virtual da sua meta.

Este artigo complementa o “O QUE É LANDING PAGE?” – Clique aqui e saiba mais

ESTAR SEMPRE ABERTO A OUTRAS POSSIBILIDADES
Esteja sempre atento à pequenos ajustes de layout e/ou texto que possam influenciar na conversão. Tamanho, cor e posicionamento dos textos, imagens, do BOTÃO COMPRAR por exemplo são fundamentais. Excesso ou falta de descrições. Textos longos, cansativos e mal hierarquizados. Um formulário de cadastro com muitos campos a serem preenchidos ou campos obrigatórios desnecessários. É importante testar todas as possibilidades. A análise do funil de compra, um teste de Eye Tracking, um A/B Test obviamente são soluções profissionais para uma tomada de decisão mais precisa e assertiva.

No entanto, o Gerente de E-Commerce pode-se eleger pessoas próximas que tenham perfis diferentes mas estejam perto da situação da conversão e acompanhar sua navegação e tentar dirimir todas as possibilidades de dúvidas que o façam enquanto cliente querer executar a conversão bem como conseguir realizá-la. Teste mais de uma opção e mensure os resultados. Isso pode aumentar verticalmente a sua conversão.

EVITAR DISTRAÇÕES
Aqui cabe a velha máxima: “Menos é mais!”. Faça um minucioso pente fino na sua Landing Page e questione se, além da linguagem visual favorecer a conversão, não existem elementos desnecessários que possam distrair o usuário da compra. Permita que na sua página figurem apenas os elementos imprescindíveis para aquela conversão. Considere que em uma página inicial de um E-Commerce o cliente está propenso a procurar variedade de marcas, produtos, tipos e preços, mas no carrinho de compra, por exemplo, facilite o caminho da compra. Mostrar um sem-número de possibilidades ao usuário pode fazê-lo distrair e este breve momento de distração pode fazer com que ele desista ou deixe a compra para depois e isso poderá ser fatal.

SER PERSUASIVO
Tenha um “call-to-action”. Deixe claro para o cliente onde ele deve realizar a ação de conversão. Se você deseja que o usuário realize a compra, deixe claro onde está o COMPRE AQUI ou o COMPRE AGORA. Se o objetivo for um cadastro, destaque o CADASTRE-SE AQUI ou o CADASTRE-SE AGORA. Use elementos visuais suficientes para levar os olhos do usuário diretamente para a ação de conversão. Novamente há de se insistir em evitar a distração e facilitar ao máximo o seu cliente que já decidiu realizar a conversão a encontrar as ações que devem ser realizadas.

ATENÇÃO COM A ROLAGEM
O Gerente de E-Commerce não pode desprezar que nem todos os usuários possuem um monitor do tamanho e resolução do seu. Aliás, jamais despreze que os usuários, não necessariamente ajam como você. Considere que muitos clientes em potencial possuem monitores menores, com resoluções inferiores. Sendo assim, procure deixar o local onde o cliente vai executar a ação de conversão antes da primeira rolagem.

PASSAR CREDIBILIDADE
Você acredita mais em um panfleto falando que a PIZZARIA DON CALABRESA é a melhor do bairro ou nos seus vizinhos fazendo o testemunho espontâneo que a PIZZARIA DON MUZZARELLA é a melhor da cidade?Permita comentários espontâneos nas suas páginas de conversão. 20 testemunhos espontâneos falando bem do seu negócio, mesmo que ao redor de 1 negativo (de preferência dirimido ali mesmo, na página de comentários) diminui grande parte da dúvida do usuário em executar a ação desejada, especialmente se ele é iniciante em comprar pela internet. Selos de qualidade são muito bem vindos também. Certificações do E-Bit, Loja Reconhecida de comparadores como o Buscapé ou o Zura, selos de segurança como o Site Blindado, Certisign e Clearsale, trazem também muita credibilidade à sua página e se impõe de maneira decisiva na decisão da ação de conversão.

VALORIZAR DIFERENCIAIS
Você tem diferenciais?Frete Grátis, Preço Imbatível, Só Hoje, Cadastre-se e ganhe! O momento da ação de conversão é crucial e você não pode abrir mão de deixar o cliente ciente dos benefícios de comprar na sua loja e naquele momento.

SER ACESSÍVEL! HUMANIZAR O MOMENTO DA AÇÃO DE CONVERSÃO!
Algumas pessoas têm muito receio de comprar na Internet. Também alguns fiéis compradores dos grandes magazines, especialmente os que possuem loja física, ficam receosos quando vão comprar em alguma loja que não conhecem ou nunca compraram. Seja acessível! Mostre que seu site é conduzido por pessoas como o cliente, não por uma parafernalha de máquinas robotizadas. Apresente a possibilidade de um Atendimento On-Line em tempo real, um formulário de dúvidas, um FAQ (Frequently Asked Questions), um telefone ou e-mail para contato de maneira clara e visível. Desta forma, caso haja algum entrave para a realização da conversão, este contato humano pode ser decisivo não só para a compra como pra fidelização.

AGRADECER
Todos nós gostamos de ser bem tratados. A empresa deve agradecer o cliente pela compra e pela confiança e parabenizá-lo por atingir aquele passo. É provado psicologicamente que os humanos são extremamente receptivos à congratulações. Também posicione o cliente sobre o que fazer. Além de agradecê-lo, oriente-o para que ele saiba o próximo passo a partir dali. [Luiz Dias]

Landing Page, que pode ser traduzida como “página de pouso”, é mais literal do que pode parecer em princípio. A Landing Page é a página de destino de qualquer campanha de Marketing Online seja qual for o ponto de partida. Pode ser uma página alcançada através do clique em um banner, um e-mail marketing, um anúncio de link patrocinado entre outras tantas e infinitas possibilidades. O que o Gerente de E-Commerce deve saber que a Landing Page tem que representar em seu conteúdo exatamente a expectativa do usuário quando clicou.

A conversão, como já sabemos, é o objetivo de toda e qualquer campanha. Pode ser uma venda, o preenchimento de um cadastro, a resposta de uma enquete ou qualquer outra ação que o Gerente de E-Commerce definir. A Landing Page tem a função de aproximar o usuário da conversão.

Se você realiza uma campanha de Links Patrocinados, por exemplo, para “Impressoras à partir de Valor R$ X”, o clique não pode levar o usuário para a pagina inicial do seu site. O clique no anúncio deve levar o usuário diretamente à sua página de impressoras, já hierarquizado do menor para o maior preço, supondo que a campanha esteja edificada na possibilidade de valores mais baixos.

Se a sua campanha supostamente fosse para “Impressora da Marca Y, por apenas R$ X” o clique deve levar o usuário diretamente à página da Impressora da Marca Y. Caso haja a ganância de vender algo de maior valor e você tentar levar o usuário para uma página com toda a variedade de impressoras de diferentes tipos, marcas e preços, você não entregou a seu usuário o conteúdo que implicitamente prometeu e a chance de distração e da conseqüente não efetivação da compra aumenta exponencialmente.

O Gerente De E-Commerce deve considerar que tudo na Landing Page deve ser minunciosamente planejado para que o usuário realize a conversão, ou seja, tudo que possa distraí-lo deste objetivo, deve ser suprimido. [Luiz Dias]

Existe grande diferença entre vender um produto e vender um serviço. No E-Commerce essa diferença fica ainda mais acentuada. O GerenteDeEcommerce.com.br entrevista CAMILA SEPPE, formada em Fotografia pela Universidade Anhembi Morumbi, cursando 6º semestre de Design Gráfico na Unicsul, trabalhou por 3 anos como coordenadora de mídias e métricas do Gimba.com e atualmente como Analista de Marketing do site Empregos.com.br

GerenteDeEcommerce.com.br: Na sua concepção, as vendas pela internet já chegaram no limite ou ainda há campo para crescimento?
CAMILA SEPPE: Já deu para perceber que cada vez mais a internet colabora com os comerciantes. O e-commerce tem se tornado cada vez menos indispensável para as empresas, por ser uma fonte com custos relativamente baixos e que atinge um público muito promissor.


GerenteDeEcommerce.com.br: A que você atribui esse crescimento tão exponencial?

CAMILA SEPPE: Com certeza não foi à toa que isso aconteceu. A internet de fato tornou-se algo promissor baseado em dados reais de faturamento, de cada vez mais empresas terem sucesso com suas lojas virtuais. Existem muitos fatores que, se bem trabalhados, colaboram para esse sucesso. Porém, se não o mais importante é um dos, o tipo de comunicação a ser utilizado com o seu público-alvo chega a ser crucial nesse sucesso.


GerenteDeEcommerce.com.br: E por onde começar?

CAMILA SEPPE: O primeiro passo é identificar o seu público-alvo. A partir disso, já é possível trilhar o melhor caminho a seguir. No entanto, existem duas vertentes que são importantíssimas de se observar: vender produto e vender serviço.


GerenteDeEcommerce.com.br: E o que é mais fácil? Vender produto ou vender serviço?

CAMILA SEPPE: O produto tem a vantagem de ser algo palpável, e isso é com certeza uma grande vantagem. Pode-se tirar fotos em todos os ângulos, tirar foto de pessoas utilizando o produto ou aonde ele pode ser utilizado, enfim, há diversas maneiras de através do seu site mostrar para o cliente o objeto que você está vendendo.


GerenteDeEcommerce.com.br: Mas e no caso de vender serviços? Como fazer para instigar essa grande vontade de adquirir como é possível fazer com os produtos?

CAMILA SEPPE: Pois é, já deu para perceber que a tarefa torna-se um pouquinho mais difícil nesse caso. O grande segredo, então, é tornar essa tarefa difícil o seu grande desafio. Algo muito importante em todos os casos é você se posicionar como cliente. Faça uma análise e tente perceber o que você como cliente gostaria de saber sobre o produto ou serviço que estão lhe oferecendo. No caso de vender serviços, esse será o seu principal aliado. É necessário detalhar ao máximo tudo o que o serviço vendido oferece. Quais as vantagens para quem adquirir o serviço e principalmente: DESTACAR as principais vantagens.


GerenteDeEcommerce.com.br: Já que falamos das diferenças, existe algum paralelo entre vender produto e vender serviço?

CAMILA SEPPE: Se você parar para pensar, é exatamente o que se faz na venda de produtos, entretanto isso tem que ser feito muito melhor e mais atraente, pois não há o recurso das imagens e fotos. Não economize vantagens para os seus clientes, coloque a satisfação dele sempre em primeiro lugar e verás como as vendas de seus serviços ou produtos irão se tornar um ótimo negócio!


GerenteDeEcommerce.com.br: As métricas são tão importantes na venda do serviço quanto na venda de produtos?

CAMILA SEPPE: Não se esqueça de mensurar e acompanhar de perto os resultados de suas campanhas. Defina seu público alvo, faça um bom trabalho de comunicação levando em consideração as dicas para se for produto ou serviço, e boas vendas!

Você investiria grande parte do seu budget em um Outdoor maravilhoso, de repente até em plasma ou LCD, com o melhor em inovações, ao menor preço, mas que será colocado no meio do deserto? A resposta certamente será negativa. Ok, porque eu estou falando isso agora? Eu explico! Adianta você ter o site mais bonito do mundo, com a melhor usabilidade e navegação, os melhores produtos e o menor preço se você não é encontrado? Para vender algo a alguém ou ao menos conquistar a atenção, é preciso que o usuário chegue até você.

Ok! Não é tão fácil assim. Nem poderia. Não basta apenas ser encontrado. O fato de você ser encontrado é um diferencial e tanto, mas não significa necessariamente que você vai atingir o máximo em conversão ou sua bater a sua meta automaticamente.

Considere que se você figurar na primeira página de um buscador qualquer com configurações padrão, seja em que posição for, o usuário terá pelo menos, a concorrência de mais nove opções. Ser o primeiro a ser mostrado não é tudo. Você precisa ser o primeiro a ser clicado também. O motivo pode ser que o título e descrição aparentemente supre a necessidade, satisfaça a expectativa, dê a sensação de credibilidade ou meramente gere um interesse.

Isto posto, você deve fazer com que os títulos e descrições das páginas sejam pertinentes à ela. Se você vende doces, deve prever que a pessoa pode procurar no Google: “Mousse de Morango”. Se ao digitar “Mousse de Morango” no buscador, o título que aparece em destaque for “MARIA BRIGADEIRO LTDA” talvez não seja tão atraente quanto “MOUSSE DE MORANGO – Entrega a domicílio em São Paulo” por exemplo, o que certamente aumentaria a probabilidade de clique na sua página em face das outras nove.

Esta prática também fará com que o Google pontue melhor seu website. Quando a Tag <title> é aplicada de maneira diferente em cada página do seu site são mais bem pontuadas em detrimento das que usam o mesmo título em todas as páginas.

Nota:
O título deve ter menos de 65 caracteres. Desta forma, o Google mostrará o título completo no resultado da busca.

O Gerente de E-Commerce sabe que se o site do concorrente é encontrado mais facilmente que o dele na Internet, mesmo que o seu seja melhor nos mais diversos aspectos, ele está na sua frente. Desta feita, o inverso também é verdadeiro. E você? O que vai fazer com essa informação? [Luiz Dias]

O domínio segundo a maioria dos doutrinadores em boas práticas de otimização de sites, é o item mais importante para indexação dos mecanismos de busca. Mesmo o que discordam, reputam grande importância do domínio para estar bem rankeado nos buscadores. Então é altamente recomendável planejar o seu domínio de maneira profissional e inteligente.

O domínio deve ser preciso ao descrever de maneira tão resumida quanto possível o conteúdo do site. O motivo é bem simples. Se isso é bom para os usuários, para os mecanismos de busca também é. O uso de sinônimos do seu business também deve ser considerado.

Quantas vezes você fez uma busca no Google, no Bing ou no Yahoo e o primeiro resultado é exatamente a URL do que você digitou na pesquisa? Comece a reparar.

Uma boa prática também é combinar sua principal palavra-chave com alguma expressão que gere uma marca. “GloboEsporte.com” e “VerdeLimaoModaPraia.com.br” são ótimos exemplos.

Também é conveniente evitar o uso de hífens, números, underline no sei domínio. Quanto mais caracteres especiais, mais difícil é sua memorização. Evite também o encontro de duas vogais, por exemplo: www.minhaarte.com.br. Evite, se possível, nomes que propiciem erros ortográficos, como por exemplo www.bikini.com.br x www.biquini.com.br.

Os domínios com terminação “.com.br” devem ter preferência entre os demais. Já é uma prática que está no senso comum dos usuários. Se possível, comprar junto também o domínio “.com” e redirecioná-lo para o domínio principal.

Resumidamente o melhor domínio para o seu website é aquele que descreve melhor o seu conteúdo, é de fácil memorização e tem a menor possibilidade possível de erros ortográficos. [Luiz Dias]

Depois que os buscadores provaram sua importância para os resultados das empresas pontocom, uma disputa toma conta de quase todos os bate-papos entre profissionais do meio. Os bravos defensores do SEO e os que levantam a bandeira do SEM, cada qual com sua verdade, querendo convencer um ao outro que uma das estratégias é melhor que a outra. Uma posição limítrofe e tacanha que pouco ou nada representa a verdade. É evidente que cada uma tem qualidades e limitações e devem ser aplicadas para estratégias diferentes de forma inteligente.

O Gerente de E-Commerce precisa saber que jamais um website poderá indexar todas as palavras-chave do seu business. Existem inúmeras palavras nos concorrentas que são melhor rankeadas pelos algorítimos dos mecanismos de busca e é justamente nessas palavras que deve-se fazer uma ótima campanha de links patrocinados, deixando a sua empresa nos primeiros lugares nos Links Patocinados em palavras-chave ou expressões que a busca orgânica não traz o seu website, aumentando um pouco mais sua presença online.

Algumas vantagens do SEO (Busca Orgânica)
Segundo este estudo de eye-tracking, é infinitamente maior a quantidade de olhares para as três primeiras posições da busca orgânica, sendo que esses resultados, possuem taxa de clique muito maior.


(Os pontos vermelhos são os mais visualizados em detrimento dos demais)

Os resultados na busca orgânica desfrutam de melhor credibilidade para o usuário médio, por terem sido trazidos naturalmente pelo mecanismo de busca, não através de campanha paga.

Algumas desvantagens do SEO (Busca Orgânica)
É uma inverdade dizer que o SEO não gera custo e que o Link Patrocinado é pago. Profissionais qualificados que fazem esse trabalho em alto nível geram um custo, justo, é claro. No entanto, de nível alto ou baixo, profissional bom ou não, não importa. Há que se fazer um investimento, logo, não há esse oásis gratuito que alguns querem fazer supor.

• É inegável que o SEO traz resultado. Contudo é um processo longo e trabalhoso, que pode trazer resultados em semanas ou até meses, pouco recomendado quando precisa-se de resultado imediato, como em Hot-Sites sazonais ou promoções relâmpago, por exemplo.

Algumas vantagens do SEM (Link Patrocinado)
É imediato. Se há a necessidade de fazer um anúncio para hoje, que dure apenas essa semana ou ainda que figure apenas em horários específicos, o Link Patrocinado é assertivo e automático, coisa que na busca orgânica não se consegue fazer.

O usuário avançado sabe que tem grande chance de encontrar com mais precisão o que procura através do Link Patrocinado. Considerando que a empresa paga por clique, aquele anúncio não estaria ali se não fosse verdadeiramente relevante para ele.

Com o conhecimento necessário, podemos conseguir posições melhores com custo reduzido, organizando adequadamente os grupos de anúncio, aumentando de maneira inteligente o CTR entre outras boas práticas.

No Link Patrocinado tem-se total controle do que aparecerá escrito e pode-se mudar a qualquer momento, como um preço, por exemplo.

• Os Links Patrocinados ficam expostos na coluna direita da tela, área nobre quando nos comunicamos com usuários do Brasil, principalmente.

Algumas desvantagens do SEM (Link Patrocinado)
O Link Patrocinado é visto por apenas 50% dos usuários.

É visto com desconfiança pelo usuário comum, por se tratar de propaganda paga.

Algumas palavras-chave já possuem uma concorrência grande, tornando o custo por clique cada vez mais oneroso.

Como vimos, cada um tem sua peculiaridade e cabe ao Gerente de E-Commerce e sua equipe trabalhar com inteligência em ambas as frentes, sabedores que os melhores resultados sempre são obtidos em ações integradas. [Luiz Dias]

O tamanho da fatia da Internet quando falamos em comunicação é cada vez maior e a tendência de crescimento contínuo é praticamente irreversível. Basta reparar quantas horas por dia as pessoas das mais diferenes áreas, dos mais diferentes tipos, passam diante de um computador conectado à Internet em detrimento das mídias convencionais como TV, Jornais e Revistas, por exemplo.

Para quem gosta de números, no ano de 2008 a média de investimentos publicitários foi de cerca de 16% e a da Internet foi de 45% no mesmo ano. O dado mais interessante para o novo Gerente de E-Commerce é saber que as compras online subiram 990% nos últimos 7 anos.

É inegável que a pesquisa nos mecanismos de busca, tais como Google, Yahoo, Bing, entre outros mudou a forma com que nos relacionamos com produtos e serviços. Quem nunca iniciou uma procura por uma nova TV LCD, um Notebook, uma viagem, um dentista, um carro no Google?

Uma vez esse quadro consolidado, a corrida pelos primeiros lugares na busca orgânica (ver imagem abaixo) tornou-se uma diária e incessante batalha, posto que 62% dos internautas clicam em resultados na 1ª página e apenas 28% vão para no máximo 2ª ou 3ª página, totalizando nas 3 primeiras páginas (30 primeiros resultados na configuração padrão) 90% dos usuários.

O Gerente de E-Commerce precisa mais do que nunca ter a sensibilidade de traçar estratégias que façam seu website figurar nas primeiras posições da busca orgânica dos mecanismos de busca. Por óbvio que não se trata de uma simples receita de bolo, até porque o Google sempre muda seu algoritmo, mas algumas observações contam muito no processo de otimização de seu website, quais sejam:

1. URL ou Domínio
O nome do domínio, quer dizer, o que o usuário digita no navegador para entrar no seu site (Ex: www.nomedoseusite.com.br) é tão ou mais importante que o próprio conteúdo do seu site como você pode notar no exemplo abaixo.

Será que o site Verde Limão teria alcançado o topo, se não tivesse inserido o “Moda Praia” em seu domínio?

2. Título
O título do site é de altíssima relevância quando falamos de melhor posicionamento nos mecanismos de busca. O título do site é o que aparece entre as tags <title> e </title> do código do seu site. (Ex: <title>O título do meu site</title> e aparecem no site da seguinte forma:

3. Descrição do Website
O “site description” é o que aparece logo após o Título do seu site no Google. Ele deve ter a qualidade de resumir o que o seu negócio é e porque é importante o usuário clicar nele em detrimento de outros tantos.


A descrição deve ser inserida da seguinte forma no seu código.


4. Page Rank
É um mecanismo criado através de algoritmos pelo Google para determinar a relevância e a importância de uma página. É uma forma de discernir como a Internet como um todo enxerga os sites. O número é de 0 a 10.

O Page Rank considera basicamente a quantidade de links que um site recebe. No entanto, não é tão simples assim. O peso de um site com Page Rank (relevância) maior, incide sobre o seu proporcionalmente. Por exemplo, no mundo cotidiano, se Muricy Ramalho ou o Vanderlei Luxemburgo falam que o Joãozinho joga bem, automaticamente o Joãozinho recebe mais atenção em detrimento do Pedrinho, que foi citado pelo Cuca ou Geninho. Se o prof. Pasquale elogia o português da Mariazinha, esta ganha mais credibilidade em detrimento da Joaninha, cujo português foi elogiado pelo presidente Lula, e assim por diante, veja abaixo o infográfico:

Você pode saber o seu Page Rank instalando o Google Toolbar em seu navegador ou clicando no website http://www.marketingdebusca.com.br/pagerank

5. Uso das Tags <h1>, <h2>, <h3>, etc…
Os websites não costumam formatar seus textos com as Tags <h1>, <h2>, <h3>, etc por simplesmente desconhecer a importância deças para os mecanismos de busca. Essas Tags mostram a relevância do texto do site para o buscador, onde o <h1> deve ser o nível princpial, o <h2> um subtítulo por exemplo e assim por diante, até o <h6> conforme o exemplo.
<h1>Titulo 01</h1>
<p> conteúdo 1 </p>
<h2>Titulo 02</h2>
<p> conteúdo 2 </p>

6. Conteúdo em Texto
Toda técnica é importante, claro. Mas afinal de contas, porque as pessoas acessam um site? Atrás de títulos, tags, meta-tags, URL ou Page Rank? Obviamente não. As pessoas procuram pelo conteúdo e se as pessoas se comportam assim, porque os mecanismos de busca se comportariam diferente? Apresente conteúdo relevante e condizente com aquilo que a pessoa que clicou realmente procura. Claro que contar com um redator especializado em SEO, para colocar no texto expressões que o seu usuário em potencial procuraria nos mecanismos de busca tem importância vital, mas isso, de nada adiantará se o conteúdo não satisfizer o usuário.

7. Tag Alt e Nome das Imagens
É verdade que os mecanismos de busca não enxergam as imagens. Mas considerando que as imagens estão inseridas através do código HTML, se repetirmos no nome da imagem e na Tag Alt o robô dos mecanismos de busca aumentarão a relevância dessa expressão, logo, nos posicionarão melhor. Veja no exemplo.

É importante frizar que essas são as principais regras de boas práticas, mas sabendo que, no entanto, não existem formulas mágicas, de modo que se alguma empresa ou agência promete colocar seu site em primeiro lugar do Google ou outro Site de Busca é, no mínimo, leviano. Este artigo pretende apenas ajudar a observar pequenos detalhes que podem fazer toda a diferença para o Gerente de E-Commerce. [Luiz Dias]

Existem regras de boas estratégias para alcançar o máximo de eficácia na Internet que o Gerente de E-Commerce precisa saber. São na verdade, pequenos e simples conceitos, mas muita gente ignora e podem ser um excelente diferencial na incessante batalha pela atenção dos usuários.

Deve-se pesquisar as palavras e/ou expressões mais digitadas pelo seu usuário em potencial e de posse dessa informação, aplicar no seu conteúdo indexado para os mecanismos de busca bem como nos Links Patrocinados.

Fazer todos os esforços para otimizar seu site de modo que ele figure se não na primeira, nas três primeiras posições na busca orgânica.

Trabalhar os Links Patrocinados com inteligência. Nas palavras que você ainda não conseguiu lograr êxito na busca orgânica investir em Link Patrocinado, para estar sempre presente aos olhos do seu público-alvo. No entanto, avaliar com cuidado se compensa contratar Links Patrocinados para palavras que você já está bem rankeado na busca natural.

A organização, a usabilidade, a hierarquização das informações e o design do seu site são decisivos para que ele depois de encontrado, mantenha o usuário nele e realize a ação que você deseja da forma mais simples e objetiva possível. Seja uma compra, um cadastro ou o preenchimento de uma pesquisa, por exemplo.

Convença seu usuário que existem boas razões para que ele retorne com determinada freqüência ao seu website. Um bom exemplo de estratégias nesse sentido, no caso de um blog, por exemplo. É melhor você atualizar TODO domingo ou TODA quarta, do que atualizar uma vez por semana, em dias diversos, que farão com que o usuário não memorize quando pode voltar nele e com o tempo, acaba por esquecê-lo. [Luiz Dias]

Seria simplista colocar no mesmo plano o spam e o e-mail marketing honesto, só porque o mundo está cheio de propaganda invasiva e irresponsável no inbox, na TV e nas ruas. E tente se descadastrar de um telemarketing…

A prática de envio de e-mail marketing é muitas vezes confundida com o envio indiscriminado de propaganda invasiva e até ilegal. Vamos discutir aqui o assunto, questões filosóficas, existencialistas ou fanáticas à parte.

O e-mail marketing, antes de tudo, é uma forma de entregar informação. Ser a favor ou contra o e-mail marketing em si é como ser a favor ou contra o jornal, o rádio, a televisão, o cinema, o outdoor, o folder ou a própria internet.

Portanto, não é o caso de reprovar qualquer e-mail marketing, mas sim discutir razões técnicas para usar ou não este recurso de vendas e relacionamento. E quando usar, fazê-lo com responsabilidade e inteligência. Uma faca pode ser usada para passar manteiga no pão ou ferir o próximo por qualquer razão torpe ou fútil.

O e-mail marketing não é spam quando e porque o cliente o recebe voluntariamente (opt-in). E quando o cliente desejar não mais receber, pode facilmente usar a ferramenta de descadastro (opt-out), prática realizada por todas as empresas sérias e com credibilidade.

Sim, há quem compre mailling de origem duvidosa e lote caixas e mais caixas de correspondência eletrônica com conteúdo indesejado e ainda faz a ferramenta de descadastro ser tão impossível quanto enfiar uma girafa numa caixa de correio. Quem nunca foi vítima desta prática desonesta?

Contudo isso não é e-mail marketing, é spam. A prática predadora e irresponsável de muitos não nos permite ser simplistas demais e reduzir profissionais qualificados ao mesmo balaio burro e nocivo, porque aí sim o resultado será inexistente ou avesso à intenção inicial.

Ainda sobre a questão do opt-out, o e-mail marketing está léguas à frente de outras mídias. É muito difícil o cliente conseguir se descadastrar de telemarketing, mala direta ou mesmo evitar abordagens no meio da rua ou centros comerciais para divulgar cursos, perfumes e badulaques diversos. Existem comerciais absurdos na TV paga (e quando o volume aumenta sozinho?) e até mesmo no pay-per-view, entre outras práticas publicitárias realmente invasivas.

O Gerente de E-Commerce, o Diretor de Arte e os Designers já estão atentos às questões que tornam um e-mail marketing mais eficiente. É uma mídia objetiva e inteligente, limpa e correta, que não derruba árvores, não usa papel e não polui as ruas (para jogar fora basta um delete). O público pediu e recebe informações sobre algo no mínimo semelhante ao que já procurou.

É também fácil de medir e mostrar resultados em um curto espaço de tempo.

Há também uma série de questões técnicas a serem consideradas. A principal delas é a relevância. Os profissionais, ao contrário dos amadores e aventureiros, já perceberam que não se trata de pegar um folder ou revista digitalizados e enviar por e-mail. Para obter resultados de verdade sem ser predador é importante tornar o e-mail marketing realmente interessante para as necessidades dos clientes.

Existe uma ciência. Existe uma forma de dirigir o olhar do usuário e trabalhar suas sensações através de conceitos como semiótica, sintaxe de linguagem visual, arquitetura da informação, usabilidade, design de interface, psicodinâmica das cores e planejamento (conceito, estratégia e periodicidade adequada). Técnicas e cuidados são de importância fundamental para separar a mídia inteligente do mero lixo eletrônico.

É importante tornar o e-mail marketing um verdadeiro pool de produtos, promoções e serviços que estabeleça, crie e mantenha a relação da loja virtual com o cliente, fidelizando-o simplesmente por colher plena satisfação com o que está sendo oferecido, trazendo para as lojas virtuais mais do que resultado financeiro imediato, mas também valor agregado às marcas.

Para maior clareza, podemos fazer uma analogia a partir de um exemplo cotidiano e banal sobre a diferença entre enviar ou não enviar spam.

Quando os automóveis param nos semáforos das grandes cidades, os motoristas são abordados com um sem-número de práticas nem sempre desejadas que visam vendas. Quando a mocinha educada com um folder na mão nos oferece a sua propaganda, temos a oportunidade de aceitá-la ou não, sem constrangimento. Seja por julgar a informação interessante ou por contribuir com o trabalho dela.

Contudo, vendedores de rua praticam spam quando penduram saquinhos de balas nos nossos retrovisores ou rapazes com água e sabão de quinta dentro de uma garrafa de refrigerante e um rodinho de pia “limpam” nossos vidros dianteiros sem autorização, sem que tenhamos sequer a chance de dizer que não queremos.

É esta a prática que nós, profissionais do marketing e publicidade online, não devemos realizar. Para o nosso bem e para o bem daqueles para os quais prestamos serviço. [Luiz Dias]